Ter dor de cabeça ocasional é algo comum.
O problema começa quando a dor passa a fazer parte da rotina, interfere no trabalho, no sono e na qualidade de vida, cenário típico da cefaleia crônica.

Em Goiânia e em todo o Brasil, milhares de pessoas convivem com dor de cabeça frequente acreditando que isso é “normal”, quando, na prática, não deveria ser ignorado.
O que caracteriza a cefaleia crônica?
A cefaleia é considerada crônica quando ocorre:
- Em 15 dias ou mais por mês
- Por mais de 3 meses
- Anos de sintomas
- Com ou sem resposta adequada a analgésicos comuns
Nessa fase, a dor deixa de ser apenas um sintoma isolado e passa a ser um problema neurológico que precisa ser compreendido, não apenas silenciado.
Por que a dor de cabeça se torna crônica?
A cronificação da cefaleia pode estar relacionada a:
- Uso excessivo de analgésicos
- Alterações cervicais e da coluna
- Compressões nervosas
- Distúrbios musculares
- Alterações neurológicas estruturais
- Estresse prolongado e privação de sono
Nem toda cefaleia crônica é enxaqueca, e assumir isso pode atrasar o diagnóstico correto.
Quando a cefaleia exige avaliação neurológica aprofundada?
Alguns sinais merecem atenção especial:
- Dor de cabeça progressiva
- Dor associada a náuseas persistentes
- Dor que acorda o paciente à noite
- Alterações neurológicas associadas
- Falha repetida de tratamentos anteriores
Nesses casos, a investigação vai além do controle da dor e busca a origem real do problema.
O papel do neurocirurgião na cefaleia crônica
O neurocirurgião atua principalmente quando:
- Existe suspeita de causa estrutural
- Há alterações em exames de imagem
- A dor está associada à coluna cervical
- Tratamentos convencionais não resolvem
Isso não significa cirurgia automática, mas avaliação criteriosa e direcionada.
Conclusão
Conviver com cefaleia crônica não deve ser normalizado.
Em muitos casos, uma avaliação especializada muda completamente o entendimento da dor, e o caminho do tratamento.
Agende sua consulta com o Dr. Thiago que é referência nesse tipo de dor. Já são milhares de pacientes que já não tinham mais esperança mas encontraram a solução em seu acompanhamento.



